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A síndrome do climatério

 

Climatério

Temos verificado um crescente interesse por parte dos médicos que cuidam da saúde feminina em dedicar uma extensão redobrada por ocasião do climatério. Podemos defini-lo como sendo o período de transição entre os anos reprodutivos e não reprodutivos. Em outras palavras, os anos de vida vividos imediatamente antes e depois da menopausa. Embora esta denominação não seja muito empregada, chamamos de síndrome do climatério quando as alterações fisiológicas e psicológicas destes anos estão associadas a sintomas.Calor

Mecanismos

Os mecanismos que desencadeiam estas queixas relatadas por tantas mulheres não são totalmente conhecidos. Sabemos que as ondas de calor súbitas e a sudorese noturna podem causar profundas de distúrbios psicológicos e, inegavelmente, constitui a base de todo o desconforto físico experimentado por elas.

É frequente o relato de que, muitas vezes, repentinamente durante a noite, a mulher acorda a lançar as cobertas para cima quando surgem as ondas de calor. Existem muitas outras sintomas que são relatados pelas mulheres na idade do climatério e que não estão recebendo tratamento.

Climatério

Vulva e vagina, qual a diferença?

Na área genital, vulva e vagina, podem surgir sinais de atrofia do epitélio, secura vaginal, perda da resistência, facilidade de traumatismos, desconfortos, prurido, queda dos pelos pubianos, vaginismo (dor a penetração) e dispareunia (dor durante a relação sexual). No sistema urinário, uretra e bexiga, são frequentes as queixas de infecções repetidas, urgência e incontinência urinária. A deficiência hormonal nestes anos pode resultar em prolapso uterino, vesical (bexiga) ou vaginal( modificação atômica pela mudança de posição, vulgarmente chamada de “queda”), impondo a necessidade de correção cirúrgica.

Em outras regiões da pele podemos ainda citar a boca seca, a queda de cabelo ou a perda de oleosidade e um ligeiro grau de hirsutismo na fase (nascimento de pelos). Uma outra mudança é notada na tonalidade da voz, que fica mais grossa. As mamas começam a reduzir de tamanho, fica o menos consistentes e tendem a ficar caídas.

Sobre o sistema cardiovascular e esquelético acontecem as chamadas alterações silenciosas, pois a desmineralização óssea e a arteriosclerose podem mostrar a sua presença apenas quando não há mais nada o que se possa fazer. No sistema neuroendócrino as ondas de calor e os distúrbios psicológicos podem representar as queixas mais dramáticas e perturbadoras.

Sintomas do climatério

Razão maior desde a preocupação dos médicos em relação às queixas femininas, tão corriqueira nesta fase da vida, se deve ao fato de que hoje expectativa de vida da mulher é muito maior em comparação com a de nossa mãe e avós. Visto representa, de maneira direta, o número relevante de mulheres que atingem os 50 anos de idade e, portanto, estão sujeitas aos sintomas do climatério e menopausa.

E quanto a esperança de vida para uma mulher não chegava aos 25 anos na primeira década de era cristã ou Aos 45 anos do início deste século, hoje a probabilidade dela antes de aos 80 anos é muito grande nos países desenvolvidos do ocidente. Com isto, numa relação também estreita, o contingente de mulheres que chega a menopausa é de aproximadamente 20% do total da população feminina. como a alguns anos poucas mulheres atingiram a menopausa, os efeitos mórbidos desta falência hormonal não eram valorizados.

Estrogênios e menopausa

 

Menopausa

Uma dúvida de muitas mulheres é saber do médico quando deve começar a fazer o tratamento da menopausa. Ouvimos, com muita frequência, afirmação das nossas clientes quando dizem que estão preocupadas com o fato de não estarem usando remédios ou fazendo algum tipo de tratamento para o climatério. Esta é a questão. Algum tratamento que deve ser feito durante estes anos da vida da mulher ? Se existe, de que consiste, quando a quem deve começar a fazê-lo.

Definição

Por definição, a menopausa é um marco na vida da mulher, Tal qual a menarca (primeira menstruação). A menopausa é a última menstruação a descer são dos mecanismos que a produziam. Os anos anteriores ou posteriores a menopausa corresponde ao climatério feminino, que se inicia por volta dos 35 anos de idade e se estende até os 70 ou mais.

Podemos dizer que a mulher teve a sua menopausa depois que houver uma falha menstrual de mais de 6 meses. Esse processo ocorre em consequência do declínio gradativo da produção de hormônios pelos ovários, após o início da climatério. Como resultado dessa diminuição da função ovariana, a fertilidade (capacitadas de engravidar) e a correr regulado o fluxo menstrual também reduzem progressivamente, até que ocorra a suspensão definitiva destes acontecimentos a menopausa. Conheça o Maxberry

Algumas mulheres param de menstruar e de repente, enquanto outras passam primeiro por um período marcado por falhas intermitentes. A idade média que sucede a última menstruação é os 50 anos, podendo acontecer um pouco antes ou depois. Quando acontecem irregularidades antes da menopausa, marcadas por períodos de amenorreia (falha menstrua),l sangramentos e ausência de ovulação pode haver certo desassossegos.

Diante desses fatos, a primeira dúvida de muitas mulheres é sobre a necessidade ou não de tomarem hormônios (estrogênio e progesterona) já que a produção deles está insuficiente. Com relação a testosterona os ovários continuam a sua síntese, mesmo depois da menopausa, e não há razão para prescrever.

Esta indicação não se dá apenas pelo fato destas substâncias aliviarem os sintomas desagradáveis, mas principalmente pelo conhecimento popular de que estes compostos poderiam retardar o envelhecimento natural. Sob o ponto de vista médico, os riscos e benefícios do uso de hormônios, antes e depois da menopausa, devem ser avaliados individualmente.

Imunoterapia

A imunoterapia nunca poderá ser indicada da mesma maneira para todas as mulheres. Os especialistas no assunto são unânimes em afirmar que o uso de estrogênios e progesterona durante esses anos é muito benéfico para aliviar os sintomas como as ondas de calor, a sudorese noturna, diminuir o desconforto vaginal e problemas urinários.

A prescrição destas substâncias sempre deve levar em consideração a intensidade das queixas relatadas, independentemente dos resultados dos exames realizados para 12 horas níveis sanguíneos destes hormônios. Mesmo sabendo que a tendência destas queixas e desaparecer com o passar do tempo, atualmente consideramos que a prescrição dos hormônios depois da menopausa não deve ser interrompida.

As pessoas que se opõem a instrução cientistas do passado, do sexo masculino que nunca experimentaram esses sintomas. Quando a sintomatologia está mais dirigida para região genital, o uso tópico de estrogênios aplicados uma única vez ao dia pode resultar o problema com facilidade. A absorção destes hormônios pela vagina não estar ainda suficientemente esclarecida, mas sabemos que ela é capaz de absorvê-los, fazendo os chegar ao resto do corpo.

Hormônios femininos

Pesquisas realizadas

Em um trabalho realizado as respostas colhidas em entrevistas mostraram que as jovens têm pouco conhecimento sobre o funcionamento do corpo menstrual época da ovulação, fertilidade, volume duração do fluxo, etc… Um grande número não sabe dizer qual é o conteúdo da menstruação e muitos acreditam que elas sejam processos de limpeza do corpo, sendo o fluxo constituído por impurezas do seu organismo. Os resultados de um estudo publicado, na revista Science Teacher – Estados Unidos, sobre as crendices femininas e respeito da menstruação foram surpreendentes.

87% das Mulheres

Cerca de 87% das mulheres entrevistadas acreditavam que aconteciam perturbações de caráter emotivo e 30% pensam que a menstruação afetar a habilidade intelectual. Todavia, o que mais chamou atenção nesta pesquisa foi que as adolescentes do melhor nível socioeconômico mostrar um possui mais conhecimentos sobre o mecanismo menstrual e, com isto, revelaram resumir um comportamento indiferente durante o mênstruo. Isto evidenciar de maneira equivocada que a falta de acesso à educação sexual é um fator relevante na perpetuação desses mitos menstruais.

Entre os adolescentes do sexo masculino estes conceitos sobre o que é menstruação chegam a ser engraçados. Quando ironizam nas rodas de amigos as atitudes pouco receptivos de uma garota, depois de uma investida frustrada, dizem que o insucesso foi pelo fato dela estar “menstruada”.

Apesar de a medicina explicar os mecanismos biológicos da menstruação, muitas mulheres em todas as faixas etárias ainda revelam um comportamento marcado pela influência de superstições e conceitos equivocados. O trabalho da educação sexual não é simples pois a influência de fatores sociais, éticos, morais e religiosos exige muita habilidade e preparar preparo dos profissionais envolvidos nesta tarefa. Poucas mulheres sabem realmente o que significa menstruação e, excepcionalmente, são capazes de explicar corretamente os mesmo os mecanismos que desencadeiam.

Para enorme maioria, a presença ou ausência do fluxo menstrual traduz apenas a presença ou ausência do fluxo menstrual traduz apenas a existência ou não de uma gravidez. Para que as mulheres aceitassem as pílulas anticoncepcionais foi preciso preparar combinações de hormônios, que produzem um sangramento parecido com a menstruação, para que assim ela acreditassem na sua eficácia. Lembre-me na da definição que aprendi com o saudoso Padre Luís Roth, quando anunciava que reis em resposta às perguntas de seus alunos, dizendo: “a menstruação é o choro do útero não fecundado”. Até hoje, 20 anos depois, não encontrei uma definição tão simples e tão completa. Sabemos que a menstruação não é nada mais do que isto e o resto é com esse popular.

Hormônios femininos

Os estrógenos são classificadas como hormônios femininos por que são responsáveis pelo desenvolvimento das características físicas secundárias da mulher. Este grupo de substâncias, especialmente importantes para o perfeito funcionamento do organismo feminino, mostra peculiaridades relevantes em várias faixas etárias, começando pelas marcantes modificações físicas da puberdade a manutenção da tonicidade e higidez do sistema urinário, e reprodutor na idade adulta. Estes hormônios podem ser produzidos nos ovários, na placenta e nas células que acumulam gordura (adipócitos). Da mesma maneira que os homens também produzem estrogênios nos testículos, e os ovários também fabricam testosterona, embora ambos estes processos se faz são em pequenas proporções. a produção deste estrogênio ovariano, representado principalmente pelo estradiol, é controlada por outros hormônios (FSH e LH) secretados por uma pequena glândula alojada no cérebro, e hipófise.